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21 de ago de 2012

O poder da entrega

         Olá mundo!  Graça e paz a todos! Que a graça de Deus se manifeste com abundância em sua vida!!!

         Hoje trago um post sobre RENÚNCIA, retirado do livro de Tommy Tenney - "Fontes secretas de poder." Uma verdadeira riqueza para quem lê e coloca em prática na sua vida! Êxodo. 3.
             É Moisés descobriu que o processo de entrega pode­ria transformar seus pontos fortes em pontos fracos, e vice-versa. Quando Moisés virou-se para examinar a sarça ardente no monte Sinai, Deus o chamou do meio da sar­ça, e Moisés disse: "Eis-me aqui" (Êx 3.4b). Somente sete versículos depois é que Moisés diz: "Quem sou eu..." (Êx 3.11b).
         Você jamais descobrirá quem você é até que diga a Deus: "Eis-me aqui".     Devemos oferecer-nos, em primeiro lu­gar. Não é uma boa idéia tentarmos descobrir a vontade de Deus primeiro e, depois, decidirmos se estamos dis­postos ou não. Devemos oferecer-nos de modo incondi­cional e simplesmente dizer: "Eis-me aqui". É isso que significa entregar-se a Ele, e é isso que libera o poder de Deus em nossa vida.

              Deus teve paciência com seu relutante libertador. Moisés não começou abrindo o mar Vermelho. Teve de começar dando passos curtos e experimentais de fé para entregar seus temores e tomar posse da capacitação de Deus. "Moisés, o que tem nas mãos?", perguntou Deus. Sabemos que era apenas uma vara, um cajado de pastor, uma simples vareta. Contudo, essa vara transformou-se em um milagre quando Moisés a soltou respondendo à ordem de Deus. Quando a vara deixou de ser um mila­gre? O milagre acabou e voltou-se ao natural quando Moisés tornou a segurá-la. Este é o poder da entrega.

        Era costume de um pastor no tempo de Moisés e Davi talhar e gravar suas experiências ou história pesso­al no seu cajado. Então, o cajado era passado de geração em geração como um objeto de herança da família. Quan­do Deus disse a Moisés: "Dê-me seu cajado", foi como se ele estivesse dizendo: "Dê-me seu passado." Ele era o último símbolo de autoridade.
           Moisés deixou seu cetro no Egito. Enquanto isso, o cajado era o símbolo de sua autoridade sobre aquelas ovelhas a balir. Deus agora estava dizendo: "Dê-me sua autoridade! Jogue-a ao chão também." Moisés poderia ter dito: "Tu já tiraste tudo de mim. Preciso deste cajado para apoiar-me"; entretanto, ele optou por entregar seu passado e aceitar a vontade de Deus.
            O Senhor diz a cada um de nós: "Largue seu cajado, se deseja ser o que quero que você seja." É nesses mo­mentos que descobrimos o poder da entrega. Somente quando todas as coisas e todos, exceto Deus, se foram é que percebemos que Deus é suficiente.
Para Subir, É Preciso Descer; Para Viver, É Preciso Morrer
Jesus disse: "Se alguém quiser ser o primeiro, será o último, e servo de todos" (Mc 9.35b).
           Na economia de Deus é assim: Para subir, é preciso descer; para viver, é preciso morrer. Para receber, é preciso dar, uma vez que as leis do Reino são inversas às leis deste mundo. De acordo com a lei, na sombra do Egito você deve agarrar-se e subir, independentemente de quem seja a pessoa em quem esteja pisando. Essa lei simplesmente não fun­cionará se você a trouxer para o contexto da igreja de Cristo você tem de soltar seu cajado.Deus espera que façamos algumas coisas em favor de nós mesmos, mas, algumas vezes, perdemos o con­trole e tentamos fazer tudo em favor de nós mesmos. Devemos substituir nossa resistente compulsão por fa­zer coisas em prol de nós mesmos por uma disposição de "desprender-nos delas". O pecado teve início porque o diabo disse: "Eu quero." A redenção surgiu porque Jesus disse: "Não seja feita a minha vontade, mas a tua" (Lc 22.42b).
           Paulo sabia como entregar coisas a Deus. Ele disse: "Assim, de boa vontade, por amor de vocês, gastarei tudo o que tenho e também me desgastarei pessoalmente. Visto que os amo tanto, devo ser menos amado" (2 Co 12.15). Paulo não estava oferecendo uma coisinha aqui e outra lá, uma coisinha agora e outra depois. Estava oferecendo tudo que tinha, sem reservas.

O Coração quebrantado, tu não rejeitas oh Deus, Danilo Dias.
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